sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Causo mineiro




Um mineirinho do norte de Minas vai para São Paulo para tentar melhorar de vida. Ele tinha segundo grau, mas era uma pessoa muito humilde e educada apesar da simplicidade. Juntou toda a economia e partiu para São Paulo, chegando lá encontrou uma pensão bem econômica e iniciou a procura por um trabalho e passado uma semana e nada de conseguir.
O mineiro fez as contas e decidiu que não podia continuar na pensão, ou voltava para casa ou arranjava um local para ficar.
Veio então a idéia de morar debaixo de um viaduto com acesso fácil para várias estações de metrô. Fez um barraco de madeirite reciclado e conseguiu algo para cobrir e resolveu seu problema de moradia. A anoitecer ele teve vontade de satisfazer suas necessidades fisiológicas e lembrou que não tinha local adequado para um banheiro e resolveu comprar um pinico.
Chegando numa loja pediu ao vendedor:
- Eu quero um trem daquele!
O vendedor respondeu que não tinha trem e indicou onde era a estação.
O mineiro ficou irado e mostrou que queria aquele negócio e o paulista novamente disse que não tinha apesar do mineiro estar visualizando o mesmo.
O mineiro sem perder a calma subiu numa cadeira e pegou o pinico e falou que era aquilo. O paulista imediatamente falou que o nome daquilo era mineiro, ao que o mineiro disse que queria dois para encher de paulista.

tp6- unidades 23 e 24

Nestas duas últimas unidades estudadas pelas cursistas foi muito proveitoso, pois serviu para confirmar algumas práticas já desempenhadas por elas. Na seção 1 da unidade 23, que abordou sobre "a revisão" tivemos a oportunidade de expor para os alunos que o texto precisa ser construído pensando no leitor do mesmo e que, por isso é necessário estar revisando antes da conclusão. O texto não pode ser escrito sem a releitura, para que o processo de coerência e coesão seja minuciosamente focado.

Ao revisar um texto o autor deverá se distanciar do próprio texto para tomar decisões sobre a audiência do mesmo, e sempre avaliando se o que está escrito está claro, se está se sentindo realizado com o que escreveu, a partir daí parte então para a edição que envolve alguns ajustes finais visando à acuidade: coesão e coerência, pontuação, ortografia, etc.

Na unidade 24 Literatura para adolescentes, após o trabalho desempenhado diretamente com os adolescentes as professoras cursistas chegaram a seguinte conclusão: os adolescentes não tem o hábito da leitura, o que leem são textos bem sucintos com muitas gravuras, com cores fortes e bem definidas. Se interessam pelas obras que abordam seus conflitos, angústias típicas desse momento de crescimento, aventuras, heroísmos, violência, injustiça social , preconceitos, humor

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

TP6- unidades 23 - O processo de produção textual: revisão e edição e unidade 24: Literatura para adolescentes

Nestas duas últimas unidades estudadas pelas cursistas foi muito proveitoso, pois serviu para confirmar algumas práticas já desempenhadas por elas. Na seção 1 que abordou sobre "a revisão" tivemos a oportunidade de expor para os alunos que o texto precisa ser construído pensando no leitor do mesmo e que, por isso é necessário estar revisando antes da conclusão. O texto não pode ser escrito sem a releitura, para que o processo de coerência e coesão seja minuciosamente focado.
Ao revisar um texto o autor deverá se distanciar do próprio texto para tomar decisões sobre a audiência do mesmo, e sempre avaliando se o que está escrito está claro, se está se sentindo realizado com o que está escrito

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Abraçar o novo

A lagosta vive tranquilamente no fundo do mar, protegida pela sua carapaça dura e resistente. Mas, dentro da carapaça, a lagosta continua a crescer. Ao final de um ano, sua casa ficou pequena e ela tem de enfrentar um grande dilema:ou permanece dentro da carapaça ou morre sufocada ou arrisca sair de lá, abandonando-a, até que seu organismo crie uma nova carapaça de proteção, de tamanho maior, que lhe servirá de couraça por mais de um ano. Vagando no mar, sem a carapaça, a a lagosta fica vulnerável aos muitos predadores que se alimentam dela . Mesmo assim, ela sempre prefere sair. Dentro da carapaça, que se transformou em prisão, ela não tem nenhuma chance. Fora, sim. Muitas vezes, ao longo da vida, nós ficamos prisioneiros das carapaças que são hábitos repetitivos, os condicionamentos alienantes, as situações às quais nos acomodamos, mas que, exauridas e desgastadas, nada mais têm para nos oferecer. E acabamos, por falta de coragem de mudar, nos acostumamos ao tédio de uma vida monótona que, fatalmente, como a velha carapaça da lagosta, acabará por nos sufocar. Façamos como a lagosta: troquemos a velha e apertada carapaça por uma nova. Mesmo sabendo que, por algum tempo, estaremos desprotegidos ao enfrentar uma nova situação. Largar o velho e abraçar o novo é, muitas vezes, a única possibilidade de sobreviver por mais um ano.
Texto de Luiz Pellegrini, publicado na Revista Destino- maio/2001.
Para, pense e mude as antigas carapaças que nos impedem de avançarmos em direção ao novo...

domingo, 13 de setembro de 2009

Recomeço- Relatório



No dia 04 de setembro, recomeçamos as atividades do Gestar ll, após o reencontro em Barbacena, ocasião em que pudemos expor as experiências vivenciadas dos diversos formadores dos diversos municípios envolvidos no programa, foi enriquecedor.
Nesta primeira oficina estudamos a TP6, foi maravilhoso, porque agora já não é novidade para os cursistas, é só continuação do trabalho inicado.
Na abertura foi lido " Gaiolas e asas" de Rubem Alves, que gerou uma reflexão sobre: as práticas pedagógicas, o sistema de ensino, as posturas do professor como "AUTORIDADE".
Exploramos a tese central, tipos de argumentos e contra-argumentos presentes no texto. Foi muito descontraído e rico pois houve interação dos cursistas, apesar de sermos em pequeno número, são apenas três cursitas, mas totalmente envolvidas no processo.
Fizemos as unidades 21 e 22, desenvolvemos a atividade da oficina 11, que foi o planejamento e a justificativa do fechamneto do texto, "Espírito Carnavalesco", após uma breve e detalhista discussão, foi montado o fechamento conclusivo do texto.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Relatório

A quarta oficina aconteceu no dia 19 de junho, com tema Letramento e diversidade cultural, foi uma chance grande de explorar a capacidade de expressar mediante a cultura de cada um levando em conta o regionalismo, tradições presentes em cada indivíduo. Em uma das escolas foi explorada a história da comunidade e, em forma de desenho expressaram com criatividade o que descobriram. A fonte de inspiração dos alunos é a Pedra Invejada que fica em frente a escola servindo de um painel inspirador, nela tem nascentes, plantas nativas e uma beleza incomparável, em outra escola foi trabalhado o projeto "Minas em destaque", costumes e tradições culturais próprias do povo mineiro. De forma dinâmica e construtiva foi bem explorado o tema apresentado.
A quinta oficina aconteceu no dia 03 de julho, estudaram o tema "Estilística "foi bem explorado com vários cartazes confeccionados pela professora para expor melhor o assunto, os alunos criaram textos demonstrando entendimento do assunto, nas outras escolas foi trabalhado também de maneira organizada e compreensiva e houve assimilação, as professoras reclamaram do tempo curto para trabalhar temas importantes como os dos tps.
A sexta oficina aconteceu no dia 15 de agosto, desta vez fizemos a oficina junto com os professores e formadora de Matemática por ser a última, preferimos realizar juntos para fazermos uma avaliação dos três TPs estudados até o momento, aconteceu em dois momentos sendo em primeiro lugar a entrega dos "avançando na prática" desenvolvidos pelos alunos, depois a realização da avalição escrita individualmente por cada professor cursista. Responderam os seguintes quetionamentos:
1-O que você espera do gestar ll como programa de formação continuada em serviço?
-Em que ele pode ajudar na sua formação como educador?
-Elabore perguntas com dúvidas quevocê tem sobre o programa:
- O que é, para você, processo de ensino-aprendizagem?
_ A partir desta concepção de processo de ensino-aprendizagem, qual é o papel do professor em sala de aula?
2-Como você avalia sua participação no GESTAR?
3-Na sua opinião o queestá faltando para um melhor desempenho das atividades?
4-Dê sugestões para melhorar os encontros presenciais.
5-Faça uma avaliação dosencontros presenciais.
Mediante esta avaliação os cursistas deisxaram transparecer o que cada um deles pensam do programa, quais são os seus anseios e postura diante do estudo e prática das ações prospostas no material.

Relatório